Na quinta-feira, 24 de maio, o jornalista Reinaldo José Lopes, da Folha de São Paulo, trouxe uma notícia bem promissora. “Em vez de testes genômicos caros e complicados, um método que usa luz infravermelha pode facilitar a detecção do vírus da zika nos mosquitos Aedes aegypti. Testada em insetos criados em laboratório no Instituto Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, a tecnologia tornaria o rastreamento do vírus nos bichos um processo 18 vezes mais rápido do que é hoje, segundo pesquisadores.
Cientistas do Brasil, da Austrália e dos EUA assinam o estudo descrevendo a técnica na última edição da revista especializada “Science Advances”. A aplicação da NIRS (espectroscopia de infravermelho próximo, na sigla inglesa) obteve um grau de precisão entre 94% e 99% quando comparado às análises genéticas normalmente empregadas para verificar se os mosquitos carregam o causador da zika”. O link para a reportagem está aqui.