O Ciência na rua vai divulgar nos próximos dias a segunda produção da seção “O que é isso?”, com um pequeno atraso devido às agendas complicadíssimas, O foco dos próximos dois vídeos é ciência política, um campo fundamental de conhecimento, inclusive para entendermos os difíceis tempos que correm em nosso país.
A resposta aos primeiros dois vídeos, “O que é filosofia?”, foram entusiasmadas e estimulantes. Professores, pesquisadores, outros profissionais e jovens estudantes aplaudiram e comentaram a iniciativa que, sem dúvida, tem um largo chão a percorrer quanto a temas e também quanto a circulação. Alguns indicadores das redes sociais, até aqui, mostram uma performance superior à de vídeos anteriores produzidos pelo Ciência na rua, mas muito longe ainda dos números que deixarão a equipe feliz.
Assim, no Facebook, o vídeo em que o filósofo João Carlos Salles, reitor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), responde a quatro perguntas essenciais para contar em alguns minutos o que é filosofia teve 2.600 visualizações, num total de 9.398 pessoas alcançadas, das quais 7.417 na categoria que o Facebook chama “orgânicos” (alcance espontâneo, em oposição a patrocinado). Ele foi compartilhado 115 vezes. O vídeo protagonizado pela filósofa Tessa Moura Lacerda, professora da USP, teve 1.300 visualizações, num universo alcançado de 4.848 pessoas, das quais 2.933 na categoria “orgânicos”. Foram 34 os compartilhamentos.
Já diretamente no canal do Ciência na rua no Youtube, o vídeo de João Carlos Salles teve por enquanto 96 visualizações e o de Tessa Lacerda, 33 visualizações. Publicamos no Instagram um trechinho da entrevista, e lá, por ora, Tessa teve 68 visualizações e Salles, 66.
A série “O que é isso?”, com vídeos curtos, amadores, está completamente afinada com o espírito do Ciência na rua de contribuir para a divulgação científica e o jornalismo científico com graça, leveza e, quando possível, com humor. Sempre pensando mais, lembremos, na turma de 14 a 25 anos, esses mais de 30 milhões de brasileiros que, como dissemos há alguns dias, dentro de duas décadas estarão dando as cartas na construção deste nosso país, “tarefa quase desesperadora de tão desafiadora, à luz dos insanos dias que correm”.