Com um experimento feito em camundongos, neurocientistas e engenheiros elétricos americanos descobriram que, ao identificar as diferenças entre as redes de atividade cerebral de cada animal, é possível prever quais deles são mais suscetíveis a desenvolver sintomas de depressão após eventos estressantes.

O estudo foi realizado por pesquisadores da Universidade Duke, nos Estados Unidos, liderado pelo neurocientista Kafui Dzirasa.

Depois de um dia estressante, Dona Claudine vai tomar um choque ao entender que, prevendo quais são os circuitos neurais envolvidos na depressão, vai ser possível prevenir a tristeza.